quarta-feira, 31 de maio de 2017

Amo Rio Grande do Sul

#só porque amo o Rio Grande do Sul e lenço vermelho e maragato...
#TenentePortela #Derrubadas 
#RaposaVermelha #Colorado #IdeiaBrilhante


terça-feira, 30 de maio de 2017

Mulher Maravilha e Liga da Justiça

Hibernação ou Malhação? Rodízio de pizza agora só outubro... 
Amanhã Nick, (e o resto dos mosqueteiros) e fechada a aposta! 
Tá na mão!!!
#tudoumaspestes #aindasomososmoqueteiros #sóemoutubro #pizza #lasanha 
#mulhermaravilha #fechadaposta

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Estradas ligam pessoas e músicas, emoções...



              De 2007 até por volta de 2010 (não faz tanto tempo assim), atravessei a região sul várias vezes de mochila nas costas, ansiedade sufocante, esperança na altura das nuvens sombreadas dos meses de outono e pouquíssima grana no bolso. Com o único propósito de apresentar meu currículo ainda bastante minguado naquela época a Jornais e Portais de Notícias, (alguns que inacreditavelmente não sobreviveriam ao quinto ano de existência), no desejo de publicar textos engavetados desde a adolescência.
              Já contei em outras oportunidades algumas raladas que levei, os dissabores, as entrevistas fajutas, maus tratos, rispidez em algumas circunstâncias, até cantadas de mau gosto. Em outras situações, conheci pessoas incríveis, que mantenho contato até hoje, homens e mulheres brilhantes, de uma generosidade quase maternal. Dessas raladas não guardo mágoas. Eis a frase que todo mundo conhece e me define: “Se não guardo nem dinheiro no bolso, como é que vou guardar mágoa e rancor?” Simples assim...
              Infinitas vezes precisei ficar dias a mais do que previra, porque alguns diretores desses Jornais ou Portais insistiam numa segunda ou terceira entrevista e bate papo inútil, numa enrolação sem precedentes e eu como não tinha sacado “as más intenções,” me iludia achando que dali sairia contratada direto para no mínimo, a Editoria! Hoje acho graça de tamanha ingenuidade, mas na época, que angústia, que agonia, esperar a tal resposta, não conseguia almoçar direito, dormir direito, um drama de vários capítulos de uma interminável novela mexicana! Não conseguia ligar pra casa, o sinal de celular uma desgraça, a internet dez vezes pior... nem sinais de fumaça davam certo!
              Entretanto um amigo especial, amizade forjada justamente num dia de temporal sem precedentes em meio a um engavetamento de trânsito na serra catarinense, quando passageiros do ônibus (onde eu estava) ficaram ilhados na rodovia aguardando resgate, (quem não ficara ferido acabara por socorrer o próximo e interagir numa camaradagem sem comparação), se “metamorfoseou” voluntariamente num verdadeiro anjo.
             Um anjo da guarda, que (quando conseguia) vinha em meu socorro e, aliás, me presenteou com “abrigos oficiais da instituição” da qual ainda hoje integra, numa não menos carreira militar ascendente e justamente por isso “nem sob tortura” posso dizer qual é essa instituição. E às vezes se deslocava quilômetros para me dar um mega apoio moral, porque grana sobrando não tínhamos nenhuma! Então íamos para estrada pegar carona e passeávamos por cidades vizinhas, numa sandice inconsequente: “dois jovens aspirantes” a um futuro ainda indefinido e uma maturidade deveras longe de existir.
              E ganhávamos carona de todo tipo. Mentíamos que éramos noivos - tínhamos anéis falsos de compromisso, comprados de ciganos acampados em Iraí para nos trazer boa sorte - e estávamos numa academia militar, (eu não, ele sim) e ganhávamos abraços, parabéns, conselhos e desejos “de um futuro casamento feliz” e muitos almoços grátis! Em churrascarias de beira de estrada, onde nos deliciávamos ouvindo e aplaudindo músicos amadores, mariachis cantantes e gaiteiros de boteco, tão bons, mas tão bons, que poderiam substituir integrantes de Os Serranos ou de Os Monarcas com louvor. Achávamo-nos “espertos” nessas “desventuras” e nossa felicidade transbordava!
              Contudo impregnada na minha essência, a sensação de finitude eu trouxe comigo para a vida adulta por termos presenciado dezenas de acidentes de trânsito, muitos sem sobreviventes para contar o que de fato acontecera. Hoje tenho a certeza absoluta que estradas ligam pessoas e músicas, emoções. E não importa quem você seja, o que você faz, quanto você ganha, qual é o seu objetivo de vida, todas as mancadas que deu, as raladas que levou ou “os cartões da mega que acertou,” externar sentimentos de amizade, afeto, carinho é a maior demonstração de amor de um ser humano por outro, em qualquer circunstância e lugar. (Paixão e sexo são outros sentimentos tri diferentes!)
             Dias atrás chegando em casa, depois de uma exaustiva e complicada viagem de trabalho até quase San Tomé na Argentina, encontrei na caixa de correio, um pacote. Dentro desse pacote, um pen drive. Dentro desse pen drive, um vídeo. E nesse vídeo caseiro, “uma gravação artística de uma hoje autoridade militar,” que vive mui distante do meu amado rincão, tocando seu violão (muito mal por sinal/desculpa tá/muito mal), ao lado do sua guriazinha de cinco anos, olhos azuis faiscantes de sapequice e ternura.
             Cantavam a música intitulada: “Lá pro quinto distrito” de Volmir Coelho, que eu não conhecia e confesso foi a música mais linda que ouvi nesses últimos meses. E eu ouço músicas 24 horas por dia! Tão linda, tão linda que desisti de recorrer ao dicionário para enfeitar o texto, transcrevendo um pedacinho de seus encantadores versos: “Abri meus olhos pra dentro/Montado no pensamento/Cheguei na velha cancela/Que pro ranchito me leva/De onde eu vim já faz um tempo (...) O campo é a alma da gente/Não morre nem se termina/Cada um tem sua sina/Somos passado e presente...”
                E disponibilizo esse link
para confirmar tudo o que disse, da lindeza dessa canção, que me apaixonei de imediato. Já o vídeo caseiro do meu Anjo da Guarda, (hoje grande autoridade/quem diria), deixo registrado lágrimas de doce carinho. E a saudade do tempo que não volta atrás, quando éramos mais felizes do que pensávamos que pudéssemos ser. Dois jovens meio doidos, duas criaturas meio sem noção e sem grana no bolso, mas com coragem suficiente, para arriscar suas vidas viajando esperançosos “en las carreteras de las ilusiones perdidas!”
             
Régis Mubarak
Graduanda em Gestão Ambiental – UNOPAR. Especialista Técnica em Gestão Contábil – CNEC, Marketing – SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS 
Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação 
Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da Internet





quinta-feira, 25 de maio de 2017

Conversa Afiada - Paulo Henrique Amorim

#PauloHenriqueAmorim #ConversaAfiada #ForaTemer #ForaGlobo #VoltaLula

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Erva mate, prestígio e duas cartas extraviadas



              Quando as pessoas passam por situações de extrema dificuldade, sejam elas financeiras, emocionais, profissionais, familiares e até sexuais, ocorre uma mudança significativa no seu modo de agir, pensar, reagir, encarar a vida. Não deveria ser assim, o ideal – a grande utopia - seria crescer aos poucos, aprender com pequenos erros e obviamente não voltar a repeti-los, seguindo em frente. Nossa vida desde o nascimento até a morte, aliás, não morte e sim a cada passagem, é uma longa estrada, com curvas, atalhos, trechos pedregosos, outros iluminados, sol, chuva, ventania, pontes quebradas, pontes refeitas, sinais, pensamentos, relacionamentos, aprendizados, vastas emoções e decepções. E todos nós, indistintamente todos, sem nenhuma exceção iremos acumular essas experiências, em enormes quantidades as boas e também infelizmente, as ruins.
             Só para resumir eis uma citação que busco no filósofo Horácio que diz: (...) “A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.” A vida, não posso afirmar em outros quadrantes deste universo e de outros universos, mas até onde minhas pesquisas tem me proporcionado alcançar resultados “quase conclusivos” é uma fascinante viagem que não tem fim. (Já escrevi vários textos mais específicos sobre isso, misturando religião, filosofia, esoterismo e exobiologia, etc, etc, que podem ser facilmente encontrados espalhados pela internet.)
              Aliás, dias desses, tive a grata satisfação de receber um destes artigos vertido para o idioma mandarim. Ou não?!? Porque ainda paira-me dúvidas se realmente é um artigo que escrevi em 2014 ou se foi uma brincadeira sacana (uma montagem) de “um ex-quase-príncipe encantado,” que faz intercâmbio naquele longínquo país e que me presenteia seguidamente com outros incríveis regalos do artesanato da cultura chinesa.
              E porque “um ex-quase-príncipe encantado?” O que significa isso você deve estar se indagando?!? Posso resumir mais ou menos assim, sem prejuízo para qualquer uma das partes: estava apaixonada platonicamente, “me desmanchava,” sem coragem de me declarar, então escrevi uma carta gigantesca e pedi para um amigo especial entregá-la ao meu objeto do desejo, que era meu colega de faculdade, do curso de Psicologia, curso esse que nunca cheguei a concluir. Numa vacilada “meu amigo da onça,” deixou a carta na jaqueta que sua mãe enfiou na máquina de lavar “e a carta afogou-se” exterminando minhas chances reais de um futuro envolvimento amoroso!  
              Do outro lado, o tal garoto, dono de um quociente de inteligência incomparável e proporcionalmente tímido aos extremos, também escreveu uma carta (de amor!) só que colocou no correio com o número errado da minha casa. A carta nunca chegou, mas como o destino é uma espécie de feiticeiro brincalhão, o carteiro da época não devolveu ao remetente e esqueceu-a na sua própria casa até que um dia, não me pergunte como isso foi acontecer, (é fantástico), ligou meu nome a um artigo jornalístico da cidade onde resido atualmente e a remeteu, mais de uma década depois a redação do jornal.
              Recebi, li, reli, duzentas vezes, mas não me desabei em prantos, por já ter sofrido o suficiente naquela época distante. De certo modo como ninguém havia tomado a iniciativa, (ou ao contrário, ambos haviam tomado, mas tudo dera super errado), nossa amizade não foi afetada. Aquele garoto lindo, hoje um homem mais lindo ainda, viajou para a Alemanha, onde fez seu mestrado, depois aos Estados Unidos, onde concluiu seu doutorado e antes de ingressar no Pós-Doutorado, faz seu intercâmbio de estudos no continente asiático, mais especificamente na China, terra natal de sua atual namorada.
              E onde entra a erva mate e o chocolate prestígio nessa história? Entra no nosso coração, nas nossas lembranças, na nossa saudade e nos carregamentos que lhes envio a cada três meses a República Popular da China. O chocolate sempre faz o maior sucesso, mas a erva mate, dá um capítulo inteiro de um livro, porque as primeiras vezes tive a brilhante ideia de enviar os volumes do tipo caseiro, comprados numa feira, sem a embalagem de identificação oficial (realmente foi uma ideia estupendamente estúpida), que lhe causaria a maior confusão digamos assim... na paróquia e na polícia local...
              Acredito que o ser humano perfeito ainda esteja na sua fase “mais nobre” do seu “estágio final de rascunho.” Ainda somos rascunho inacabado do projeto magnífico de origem cosmológica universal. Entretanto se olharmos para trás já não somos tão  selvagens, idiotas, animalescos, infiéis, violentos, misóginos, insensíveis, homofóbicos, preconceituosos e outras dezenas de defeitos. Se olharmos para trás, descobriremos com imenso orgulho que estamos evoluindo a grandes saltos se comparados aos sanguinários séculos das cruzadas, só para nos situarmos em algum ponto da história da humanidade. Mas nos falta externar sentimentos, todos os tipos de amor incondicional, reciprocidade, etc e tal. E não me refiro “aos trilhões de emojis da internet!” Refiro-me a vida real!
              Refiro-me a gestos e palavras sinceras em momentos de dúvidas, dificuldades, angústias, tristezas, solidão. Refiro-me a ter sua alma tocada por outra alma, sem medo de parecer ridículo, frágil ou inseguro. A buscar luz e energia, transmitindo essa mesma luz e energia em igual intensidade, sempre. Ou provando na prática, através de carregamentos trimestrais de erva mate e chocolate prestígio, da beira do rio Uruguai até a uma distante província lá na China, que nem toda malfada história de amor precisa por um fim melancólico a relacionamentos humanos, destruindo corações apaixonados ou cortando laços de amizade que interligam “almas meio que parecidas” aqui nessa Terra!

Régis Mubarak
Graduanda em Gestão Ambiental – UNOPAR. Especialista Técnica em Gestão Contábil – CNEC, Marketing – SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS 
Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação 
Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da Internet

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Filosofei errado...

"naquele dia (uau!!!) em que você descobre que seu colega tímido, intelectual e introspectivo tem um lado B igualzinho ao diabinho da Tasmânia" pois é...
#sótenhoaagradecer #obrigadoportudo #quesurpresinha #agorameassustei

domingo, 21 de maio de 2017

Erechim - amizade é tudo...

#Erechim #avidaéumaviagem #umdosmosqueteiros #etniasuecaquemdiria
#sópelochurrasco #guaranácharrua #bemnafotoparceria #amizadeétudo

sábado, 20 de maio de 2017

O jogo do pato amarelo é...

 ...e aí Nick... essa é pra ti... "
desiste não cenourinha"
...amigos, amigos,
 mas não dá pra perder a piada né...