segunda-feira, 31 de março de 2014

Eu e minha Super Assistente



Eis aqui: “Eu e minha Super Assistente e Amiga nota 10 Lilo” 
e nossos emails para contato: 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Múltiplas e infinitas possibilidades



              É verdade que existem trilhões de coisas que parecem “a 1º vista” impossíveis. De acontecer. De acreditar. De realizar. De consertar. De modificar. De definitivamente encontrar respostas ou soluções, que talvez estejam bem debaixo do nosso nariz, mas permanecem invisíveis. Recebo mensagens toda semana de pessoas que não conheço e foram me adicionando as suas listas, porque leram o que escrevi aqui e em outros periódicos, das regiões Noroeste, Missões, Alto Uruguai, Fronteira Oeste, Central, Planalto Médio, etc. Ou nos Portais do RS e SC que colaboro semanalmente. Elogios. Críticas. Sugestões. Como não poderei nominar a todos e menos ainda destacar uns em detrimento de outros, gostaria de aproveitar esse espaço e agradecer carinhosamente em forma de um beijo gigante de chocolate.  E pedir desculpas pelo tempo que demoro em responder os e-mails. Por todas as vezes que estou no Facebook e finjo não ver os toques desses adicionados, querendo jogar conversa fora e eu ali atolada em compromissos diários. (Aliás, acredito que tal como faço, outros também procedem dessa maneira: quando gosto de uma crônica de “outro colega-colaborador,” escaneio no computador e ela segue “numa corrente pra frente” cobrindo todos os territórios da Patagônia ao Alaska.) Já me perguntaram se escrever é um tipo de talento, com certeza, talvez um dom. Mas sem a leitura, pesquisa, troca de informações, intercâmbio de ideias, ouvir o que as pessoas tem para nos contar, aceitar pontos de vistas divergentes, redigir 10 vezes se for preciso o texto, até deixá-lo brilhante, não se atinge o objetivo principal que é o coração das pessoas. Escrever exige responsabilidade acima de tudo, jamais exibicionismo... nem arrogância.
              Infelizmente ainda, (ainda!) não sou Escritora em tempo integral. Desempenho outra atividade profissional. Confesso que quando decidi que iria “me transformar em Escritora,” certos dias estafantes pensei que não conseguiria sobreviver aos percalços e as pedras (Carlos Drummond) do meio do caminho. Ah... Não se nasce predestinado a sê-lo! (Mas... desculpando os devaneios, não pretendo escrever a autobiografia hoje... deixarei “tantas emoções do Roberto Carlos” para novas oportunidades.) Tal como as carreiras artísticas: Pintores, Atores, Escultores, Músicos e as não artísticas: Biólogos, Professores, Engenheiros, (etc), nunca se deixará de estudar, se aperfeiçoar, desvendar todas as possibilidades da criação e no nosso caso, (os Escritores) da imaginação. Não existe uma áurea de mistério ou sedução envolvendo nossas cabeças. Nem fomos abençoados entre os bilhões de habitantes do planeta terra, com um sinal de distinção onde se lê: “os melhores entre os seus pares.” Acredito que a única diferença entre mim e você, que está lendo essas linhas agora e não seja artista (no caso um Escritor ou Aspirante a Literatura), é que para nós (nosso grupo se assim soa melhor/eu prefiro a palavra tribo) é que todas as coisas que parecem impossíveis a 1º vista tornam-se concretizáveis sob a influência de um segundo ou terceiro olhar.
              Os Escritores (tal os Inventores e os Cientistas) são pessoas que transitam em tempo real (ou através de sonhos lúcidos) no presente, passado e futuro numa única situação de múltiplas e infinitas possibilidades. Mas se eu não puder transmitir a vocês que a essência dessa criação, está dentro de cada um de nós, “uma chama que precisa manter-se acessa,” esse dom que recebi não terá utilidade nenhuma. O poder da comunicação que possuo, em forma de talento é apenas a janela cheia de luz, naqueles dias de completa escuridão. Uma linda canção de amor naqueles momentos de solidão. Uma das muitas maneiras de provar, que a esperança é a própria continuidade da existência humana em meio ao caos. 

Régis Mubarak

Garota Março: Marina Ruy Barbosa



 Marina Ruy Barbosa


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quinta-feira, 20 de março de 2014

Diminua o medo e aumente a Fé



              Não vou falar de aracnídeos, bichos peçonhentos (incluindo alguns parentes da gente), as cobras (do escritório... ehhhh), ratos, baratas e afins. Pode respirar tranqüilo, a ler sem sobressaltos. Também não vou detalhar nenhuma experiência aterradora tipo, mudar-se para residência nova e acordar de madrugada, ao som de “E vai rolar a festa” da Ivete Sangalo, com um bando de gambás dançando no forro! (Por pouco não precisei recorrer a ajuda psicológica para superar o trauma, quando um deles, mais assanhadinho invadiu a cozinha!) Em verdade, iniciei o parágrafo citando esses bichos “*&#@=!” na tentativa (bem sucedida) de evitar dar os nomes, rgs e endereços com e-mails e tudo, de algumas pessoas que conheço e confesso sem medo de errar, nem sessão completa de exorcismo “arranca a verdadeira essência das criaturas pra fora...” (Se ainda não assistiu ao filme Constatine (EUA 2005), com o super gato Keanu Reeves, preste atenção as cenas iniciais, quando ele é chamado para salvar a garotinha das forças do mal, blá... blá... blá...) A pergunta é... (deixando fora ser mais uma vítima da violência do cotidiano), você tem medo do que? Sexta-feira 13? Fantasmas e Assombrações? A não existência do Paraíso? Bater a cabeça e não ter conserto? (Ah, essa eu também tenho!!!) Pois seus problemas acabaram... (brincadeirinha...) eis a solução Tabajara que estava faltando. Não tenha medo de nada amigo, tenha Fé. Simples não? E é...
              Tenha Fé em Deus, (ainda que pareça tudo perdido) e em você mesmo. Invista na famosa “Força,” (da Star Wars, aquela... interior, que ainda não sabemos bem como usar na plenitude), que nos impulsiona a mudar, crescer e melhorar. Por que “gente imprestável, infame e infeliz” existe em toda parte, no ceio da própria família pra começar, na escola, na empresa, disfarçado de “pilar da comunidade,” trabalhando ali na paróquia, no serviço público, enfim... Não tenha medo de enfrentá-los, de encarar desafios, de desenvolver um bom trabalho ou projeto em sua área de atuação. Pergunte a quem superou as dificuldades (sem fazer jogo sujo) e atingiu seus objetivos e ouvirá a mesma frase: “Amigo, não desanime jamais... que esses trevosos caem no final!”
               Pois segundo pesquisa recente da Universidade de Toronto/Canadá, acreditar em Deus diminui a ansiedade das pessoas, há mais qualidade de vida e o estresse deixa de causar estragos no organismo. Inúmeros trabalhos acadêmicos vem ressaltando que Medicina e Fé podem se ajudar mutuamente. Não importa a atividade que você desenvolve neste momento, tenha sempre um plano B. Vocação, talento, hobby, “escape para os momentos difíceis,” algo para esfriar a cabeça, denomine ao seu gosto. Sabia que ninguém é bom “somente numa coisinha?” De repente cultivar orquídeas pode se tornar algo compensador. Pintar quadros uma verdadeira arte terapia. Consertar móveis no final de semana, nova fonte de renda. Estudar filosofia, informática, design, (autodidata talvez...) fará bem ao coração. A alma em igual proporção também!
              Somos importantes nas funções que desempenhamos, jamais insubstituíveis. Cada caso é um caso obviamente, mas supondo que a medicina e a religião passem “a trabalhar mais interligadas,” reconhecer que a Fé prolonga a vida com certeza, não fará mal a saúde de jeito nenhum! Se você está fazendo o que gosta ou gosta do que faz! Acreditar em Deus é essencial. Em você mesmo o ideal. Investir esforços em projetos novos é algo que deveria ser um grande motivo, para se levantar a cada manhã... com energias tri renovadas!                          

Régis Mubarak