sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pantera Negra

#África #PanteraNegra #SangueNegro
 #Aventura #Beleza #Natureza #Selvagem

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Mais amor e união e menos FHC, Aécio e Temer pra você



              Richard Bach é um escritor de origem norte americana que nasceu no ano de 1936 no estado de Illinois, também piloto reserva da força aérea estadunidense foi autor de vários livros desde a década de 60. Mas um em especial, que narra as aventuras e desventuras de uma gaivota chamada “Fernão,” talvez já tenha passado por suas mãos ou olhares. Sendo simplista trata-se de uma narrativa sobre acrobacias e movimentos, só que não. É sobre aprender, cair, levantar, sofrer, perdoar, encarar desafios, lutar por sua liberdade e amar incondicionalmente. E também é sobre transcender.

              Só que amar incondicionalmente requer sacrifícios inimagináveis às vezes além das nossas capacidades, além da nossa própria compreensão e racionalidades, porque ama-se incondicionalmente com o coração e não com o cérebro. Então recorro a célebre frase do poeta chileno Pablo Neruda (1904-1936): “Nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu sorriso, porque então eu morreria.” E a outra afirmativa do filósofo chinês Lao Tse: “Ser profundamente amado por alguém nos dá força. Amar profundamente nos dá coragem.” E na sequência, transcrevo dizeres de John F. Kennedy (1917-1963): “A coragem da vida é uma magnífica mistura de triunfo e tragédia. O homem faz o que deve fazer apesar das consequências pessoais, apesar dos obstáculos, dos perigos e das pressões, esse é o fundamento de toda moralidade.”

              Todas essas citações e outras centenas que poderia utilizar-me para tornar esse texto atrativo, consistente ou estonteante não significam absolutamente nada, porque você nunca saberá a verdade: se eu realmente li esses autores ou se na maior desfaçatez “copiei e colei” informações da tal Wikipédia. O poder de convencimento, persuasão, retórica, discursos e promessas é inesgotável, tipo show de ilusionismo!

              Aí que entra meu mais puro desejo de que amanhã você se empenhe ao levantar da cama em obter mais amor e união e menos FHC, Aécio e Temer em sua vida! Sim! Você que está lendo esse texto agorinha e não nos conhecemos e cujas probabilidades estatísticas são ínfimas, praticamente inexistentes de que um dia qualquer, dividiremos um café mega açucarado com pão de queijo ou bolinhos de chuva, numa preguiçosa tarde de sábado em algum bar centenário de uma esquina perdida nessa vastidão que é o continente brasileiro. Porque afirmo isso? Que diferença fará em nossa curta passagem aqui na terra? E aonde quero chegar com toda essa ladainha? 

              Desejar coisas boas, bons sentimentos a quem faz parte de nosso círculo de amizades ou a membros da nossa família é natural, não há nem o que se analisar. Desejar coisas boas, bons sentimentos, compartilhar e lutar para que isso aconteça a estranhos ao nosso nicho é que são os outros quinhentos. Sem segundas ou terceiras intenções ou querer algo em troca. Lutar pela coletividade, pelo equilíbrio, pelo crescimento de todos da espécie humana em igual proporção é que talvez seja o verdadeiro objetivo do amor incondicional, do altruísmo, do ser e se fazer ser humano.

             Querer que todos avancem, cresçam e evoluam é o maior sentido da vida cristã!

             Mas precisamos também de mais cultura, mais arte, mais música, mais abraços, mais amassos, mais beijos, mais carinho, mais ajuda, mais cooperação, mais trabalho em equipe, mais solidariedade, mais fé, mais amor e menos ódio em redes sociais, em ambientes de trabalho, em debates encarniçados, em campanhas de marketing fajutas, como as que colocaram criaturas ridículas como João Dória a frente da prefeitura da maior cidade brasileira e José Ivo Sartori na governança do meu amado estado o Rio Grande do Sul, só dois exemplos do dito popular: “desgraça pouca é bobagem!”

              Desejo imensamente que você acorde amanhã de manhã para essa absoluta verdade inconteste: independente da sua idade, sua profissão, sua posição social, sua localização geográfica e perceba o óbvio diante do seu nariz que criaturas como Aécio Neves e FHC são nefastas! O primeiro um genérico de psicopata e o segundo, apesar de toda inteligência naturalmente herdada dos seus antepassados e a outra parte, acadêmica conquistada através de esforço próprio mundo afora, quase nada acrescentou pela educação do nosso País se comparado ao seu sucessor! Procure dados estatísticos atualizados e fique com vergonha se você acha FHC um exemplo pra qualquer pessoa! Eis que outros figurantes como Bolsonaro também não acrescentarão nada de renovação além de contribuir para um caos ainda maior ao estilo Joker! E o Michel Temer que se empenha a passos largos para dar, “não é vender é dar mesmo,” de presente, (brinde de final de ano), o Brasil aos USA é a pior coisa que já aconteceu ao nosso País!

              E mesmo que você tenha ido às ruas e idolatrado o Pato Amarelo da FIESP, saiba que em todas as religiões e filosofias orientais, os exercícios do arrependimento, da mea culpa e do perdão são amplamente difundidos. Arrependa-se o quanto antes, admita que foi ludibriado pela Rede Globo, feito de bobo e pronto: tá perdoado irmão! Todo mundo merece uma segunda ou terceira chance na vida e idolatrar o Pato Amarelo da FIESP foi só uma resvaladinha no seu currículo no quesito inteligência, não precisa carregar esse fardo o resto da sua existência ou se autoflagelar, basta levantar a cabeça e começar a trabalhar para que o Brasil volte aos trilhos de onde estava! Ainda hoje!

              Então preciso incluir um pedacinho da magnífica letra da Ana Vilela “Trem Bala” (...) “Não é sobre chegar/No topo do mundo e saber que venceu/É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu/É sobre ser abrigo/E também ter morada em outros corações/E assim ter amigos contigo em todas as situações” Porque se... “a vida é trem-bala parceiro/E a gente é só passageiro prestes a partir.”

               Onde está à suprema felicidade “desses clones reptilianos” do tipo Aécio, FHC, Temer, Dória e Sartori em massacrar o próximo, sugando, destruindo, expoliando, dividindo (e jogando irmão contra irmão), se no final da história todos partiremos sozinhos até a próxima estação? O que se esperar dessa espécie de seres desprovidos de coração, DNA e sangue humano? Absolutamente nada além da implantação do caos!

              Não acredito que você vai ficar ai parado assistindo as asneiras diárias do Jornal Nacional, enquanto o País se desmancha sentado no sofá comendo batata frita, quando o seu futuro e dos seus filhotes pode deixar de existir muito em breve, se nos tornarmos capitanias hereditárias da América do Norte e do Presidente Trampo!

              É sobre estender a mão. É sobre ser simplesmente um ser humano que ama outro ser humano. É sobre desejar que todos possam seguir em frente de cabeça erguida. É sobre compartilhar. É sobre pavimentar estradas e fortalecer laços. É sobre vencer obstáculos. É sobre transcender. É sobre se arrepender e reconhecer que errou. É sobre o tempo, que ainda há tempo de se fortalecer e percorrer um novo caminho em busca de dias melhores para si próprio e para todos nós. É sobre reagir a letargia. É sobre voar, ir e voltar e ensinar os outros a voarem juntos... e a pescar o peixe e a dividir, dividir o pão em comunhão... e ser feliz quando se tem a certeza de que o outro é feliz também, por que tem um emprego digno e poder pagar as contas no final do mês! É sobre não ser ou querer ser melhor do que ninguém... E não deixar o seu País ser destruído por esses seres reptilianos, sem coração, nem DNA e sangue humanos!

                 (...) “Porque a vida é trem bala parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir!”



Régis Mubarak * 

Graduada Gestão Ambiental/UNOPAR. Especialista Técnica Gestão Contábil/CNEC, Marketing/SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS. Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação. Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da Internet. Também gaúcha, colorada e viciada em café.*


domingo, 6 de agosto de 2017

Onça Pintada - Parque Estadual do Turvo - Derrubadas - Rio Grande do Sul

#onçapintada #ParqueDoTurvo #Derrubadas #MeioAmbiente  #Natureza #Amo 
#RioGrandedoSul #RioUruguai

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O que será que você vai lembrar de mim



              Quando se está diante de Ivan Izquierdo o tempo como o conhecemos deixa de existir. Se transforma num momento único de suavidade, serenidade, satisfação. Suas palavras mescladas naquele inconfundível sotaque espanhol, ainda que o Professor Ivan, argentino nascido em Buenos Aires, filho de pai de origem catalã e mãe de origem croata, tenha se naturalizado brasileiro já há muito tempo, ressoam em nossos ouvidos como notas daquela canção romântica que ficou gravada na nossa memória e nos faz relembrar da primeira paixão infanto-juvenil, quando pensávamos que o amor duraria para sempre e ele não durou, um dia acabou, deixando para trás cartões e fotografias nas gavetas da cômoda e a tal música, que sempre quando a escutamos... nos faz suspirar.

             Mas afinal o que seria da vida sem essas ilusões perdidas? O que seria da vida sem as canções românticas? O que seria da vida sem as chegadas e as despedidas? O que seria da vida sem as memórias do que já passou, do que já fizemos, do que já vivemos? O Médico e Cientista Ivan Antonio Izquierdo não tem todas as respostas a essas e muitas questões filosóficas, existenciais ou a outras tão angustiantes que nos impedem de sermos felizes incondicionalmente, ainda que a felicidade seja a maior das utopias praticamente inalcançável nessa existência terrena. Como ser feliz, quando o mundo parece estar de ponta cabeça? Como ser feliz num país governado por tiranos ou déspotas ou desmiolados ou endemoniados? Como externar felicidade quando seu vizinho ou seu melhor amigo acabou de perder o emprego e também sua dignidade? Ou até mesmo a vontade de viver? Tudo se torna extremamente delicado de ser analisado!

              Pioneiro no estudo da neurobiologia da memória e do aprendizado, influente em várias gerações de Cientistas e membro de inúmeras Academias ao redor do planeta, o Doutor Izquierdo também continua a buscar respostas digamos assim, conclusivas para algumas de suas inquietações em níveis bem mais complexos. Mas há algo em seus olhos, que gostaria de definir como encantador, quando se está diante da sua presença. Não sei se a Ciência ou a Academia me permitiriam utilizar o termo magia, mas não posso buscar no dicionário algo que não compactue com a minha opinião, e é magia sim, eu tive certeza disso ao ouvi-lo dissertar sobre suas pesquisas, seu trabalho e sua trajetória, colocando o Brasil na excelência no campo da neurologia e da neurobiologia.

              Encantamento e magia porque nesse momento ímpar de suavidade, serenidade e satisfação sua afirmativa de que: (...)“...eu sou quem sou, cada um é quem é porque todos nos lembramos de coisas que nos são próprias e exclusivas e não pertencem a mais ninguém,” foge dos mecanismos puramente biológicos dos processos mnemônicos, me fazendo por breves instantes esquecer-me dos efeitos de todos os processos celulares, incluindo a dopamina, serotonina, noradrenalina, a utilização dos fármacos, a neuroquímica, a neurofisiologia e me questionar algo que diz respeito especificamente as minhas próprias memórias afetivas e as pessoas a quem eu realmente amo nessa vida, nessa minha curta existência e passagem por esse frágil planetinha azul: “O que será que você vai lembrar de mim, quando eu não estiver mais aqui?”

            O que você vai lembrar de mim, se eu partir, se eu fugir, se eu me mudar para o Canadá? Ou se eu morrer antes de ti? O que é tão imprescindível, tão insubstituível, tão grandioso que ficará gravado nas recordações de todos os momentos compartilhados? Porque a dor da perda parece que nunca cicatriza? Porque a saudade dilacera tanto? Porque pensar em ti me faz chorar, sofrer a longa distância, se essa distância em tempos high tech é somente um click, um whats, um MSN, um oi, um estou vivo e bem aqui, quase na sua frente! Mas essas memórias são somente minhas, de mais ninguém. Como eu vejo o mundo ao meu redor, esse mundo e quem eu coloco ou tiro de dentro dele! O que eu sinto é exclusivamente o que eu sinto e não o que você sente! Ou você faz? Ou deixa de fazer? Ou ainda vai fazer num futuro que está sendo rascunhado, enquanto escrevo, enquanto penso, enquanto durmo, enquanto preciso escolher e tomar decisões!

            Segundo o Professor Izquierdo (...) “...o conjunto das memórias de cada um determina aquilo que se denomina como personalidade ou forma de ser...” (...) “...e o acervo de memórias de cada um nos converte em indivíduos...” (...) “...procuramos laços, geralmente culturais ou de afinidades e com base em nossas memórias comuns, formamos grupos: comarcas, tribos, povos, cidades, comunidades, países.” Mas se são as emoções e os estados de ânimo os maiores reguladores da aquisição, da formação e da evocação das memórias é o coração então quem comanda o cérebro? É o coração que detém poder sobre os neurônios, as células nervosas onde são constituídas nossas memórias? E se essa transferência de trilhões de informações é feita justamente através dos neurotransmissores, ao mergulharmos na ciência sem floreios, nos depararemos com dendritos, axônios, receptores, sinapses, íons, cátions, ánions, termos tão difíceis e tão difusos de entender para quem não é Médico, Cientista ou Pesquisador nessas áreas, mas fáceis de serem assimilados ao senso comum se traduzidos em palavras chaves tais como: lembrança, saudade, pensamento, ideia, imagem, cheiro, carinho, amor e também, tristeza, ressentimento, mágoa, ódio, humilhação ou dor!

              Segundo o Doutor Ivan Izquierdo (...) “...também vamos incorporando ao longo dos anos mentiras e variações que enriquecem a nossa própria existência...” (...) “...porque a memória dos humanos e dos animais provém de todas as suas experiências e algumas dão prazer e outras são terríveis...” (...) “...ao converter a realidade num complexo código de sinais elétricos e bioquímicos, os neurônios traduzem...” (...) “...há algo de prestidigitação nessa arte que tem o cérebro de fazer memórias, de transformar realidades, conservá-las, às vezes modificá-las e revertê-las ao mundo real.”

               Não posso seguir além do que já escrevi até aqui porque precisaria mergulhar em temas com parkinson, alzheimer, esquizofrenia, depressão, suicídio, estresses pós traumáticos, sonhos ou a falta deles, o esquecimento, papel do inconsciente, o próprio conceito de memória coletiva, as religiões, a filosofia. E afinal o que é a mente? O que é a alma? Porque se confundem entre si? E o espírito? O livre arbítrio? O poder das palavras? Como o trabalho da neurolinguística tem influenciado a sociedade? Porque o limiar da velhice nos assusta tanto? Porque ao chegarmos à plenitude da vida adulta nos tornamos tão céticos, tão frios e ás vezes até insensíveis para as coisas simples e belas?  

              São tantos os mistérios, são tantas as indagações, as dúvidas, os medos, as fobias, as respostas inconclusivas porque somos seres incompletos? Por somos seres imperfeitos? Em processo de evolução contínua? O que será que você vai lembrar de mim? E o que será que vou lembrar de você? O que realmente importa quando formos envelhecendo e passando a limpo a lista interminável de bobagens que fizemos e das pessoas que magoamos e das vezes que não dissemos: “eu te amo” “eu estou aqui” “preciso de ti” “me desculpa” “eu errei” “não vou fazer isso de novo” “fica comigo.”

              Como meu coração reagirá a cada troca de estação, quando eu me sentir mais solitária e as pessoas a quem tanto amo irem desaparecendo ao meu redor? E se eu desaparecer primeiro, quem realmente lembrará de mim e sentirá a minha falta? E se meu cérebro desligar antes de mim e eu perder toda a minha memória principal, o que vai sobrar de recordações, para dizer que estive aqui e fiz realmente alguma diferença?

              Hoje não saberia responder, apenas posso repartir aqui a sensação de êxtase por ter conhecido Ivan Izquierdo e dizer que há várias formas de se apaixonar por alguém e pelo trabalho admirável que faz para tornar o mundo um lugar melhor! O Professor Izquierdo é justamente esse tipo de pessoa que desperta, além das doces memórias afetivas e saudades escondidas, um tipo de amor infanto-juvenil à primeira vista, por ser simplesmente um ser humano único no mundo... único... especial... e insubstituível! 


 Régis Mubarak *  

Graduada Gestão Ambiental/UNOPAR. Especialista Técnica Gestão Contábil/CNEC, Marketing/SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS. Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação. Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da Internet. Também gaúcha, colorada e viciada em café.*

domingo, 23 de julho de 2017

Um pedaço de felicidade

"Eu sou quem sou, cada um é quem é, porque 
todos lembramos de coisas que nos são 
próprias e exclusivas e não pertencem a 
mais ninguém." - Ivan Izquierdo