sexta-feira, 19 de maio de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Depois da lida - César Oliveira e Rogério Melo
#SãoBorja #Argentina #SanTomé #PontedaIntegração #MúsicaMeFazFeliz
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Mercedita - Grupo Querência
#esseguri #essamúsica #fimdesemanabacana #sorrindocontigo #vamospescar
#agoraeuentendi #obrigadoespanhol
domingo, 14 de maio de 2017
As ditas tilápias e o teu guri
Eis que “um milagre” se sucederá
em 2017 e finalizarei minha Graduação em Gestão Ambiental. Sem arrefecer (na
sequencia) meu entusiasmo, darei início à Pós-Graduação. Já escrevi em outros
textos os reais motivos (não preciso repeti-los), que me fizeram adentrar e não
completar (pois é...) os outros cursos: História, Psicologia e Administração
nessa ordem. Entretanto conheci professores fantásticos e fiz amigos estimados
que hoje mantenho contato e vez por outra, nos cruzamos em alguma parte desse
maravilhoso Estado do Rio Grande do Sul e logo ali, na magnífica Santa
Catarina.
“Ser feliz sem motivo é a mais
autêntica forma de felicidade” já dizia o poeta mineiro Carlos
Drummond de Andrade (1902-1987). Aprendi isso na prática, entre
caminhos e descaminhos, erros e acertos, quando me assumi “outsider,” redesenhando minha própria estrada, me relacionando com
pessoas de todas as idades, etnias e extratos sociais, sem preconceitos, em
busca de experiências, conhecimento e luz.
Contudo reconheço que o fato de trabalhar com saúde pública por um lado
me leva aos extremos, adentrando no íntimo das pessoas, às vezes em seus piores
dias, quando estão dilaceradas por dores e perdas. (Despedidas e partidas são momentos
de vulnerabilidade sem precedentes.) E fazer trabalhos “free-lancer” para jornais me propicia, entretanto o outro lado da
moeda, uma adrenalina incrível. Entrevistar pessoas bacanas, sacanas,
descoladas, felizes. Em outras circunstâncias amarguradas, frustradas,
insatisfeitas. E em situações especiais: ansiosas e esperançosas de que tudo
mais adiante irá mudar para melhor. Durante
esse processo de captar a verdadeira essência, (porque as pessoas às vezes não dizem
o que deveriam dizer) preciso “sacar o
que ficou no ar,” subentendido nas entrelinhas, desconsiderando meu ponto
de vista do assunto e sem julgamento moral de qualquer alçada, etc e tal. (Existem
alguns truques e macetes que por ética e amor a essa minha segunda profissão
não posso revelar.)
E os outros truques: que também considero chaves mágicas para quem
trabalha com saúde pública (minha primeira profissão) na linha de frente e na gestão
da saúde pública, porque existe a pressão sufocante, o estresse emocional, a quantidade
de informações, a absurda demanda que necessita ser absorvida em tempo recorde,
a resolutividade instantânea, as urgências e emergências. (E o triste adoecimento
até daqueles profissionais mais qualificados.) O que posso acrescentar?
Resiliência? Foco? Fé? Enfim... desejo eterno no coração de “que a Força - Star Wars - esteja com você!”
Contudo como futura Gestora Ambiental vou comentar aqui uma enorme heresia,
admitindo que “adoro pescar as ditas e mal faladas tilápias de cativeiro,”
porque os ambientalistas no geral torcem o nariz para seu cultivo e não vou
entrar em detalhes específicos. Acontece que todos nós temos “nossos pecados particulares.” Também
baixo filmes da internet. De vez em quando minto para salvar minha vida, sem
prejuízo a terceiros, eu disse salvar a minha vida! Então atire a primeira pedra quem nunca...
Eis que dias atrás um colega sofreu acidente de trânsito: novamente um
moleque ordinário (verdadeira urtiga) dirigindo uma camionete importada, quase
o transforma em pecinhas de montar da Lego ao cortar-lhe a frente da
motocicleta. No sufoco acabei me transformando em babá por 48 horas, porque seu
único filhote de 11 anos, vinha da fronteira para passar o final de semana e no
hospital se recuperando do infeliz acidente e da raiva do prejuízo material, ficara
impossibilitado de recebê-lo.
Pois é sobre as ditas tilápias e o teu guri que escrevo aqui! Que menino
incrível, cheio de ideias extraordinárias para tão pouca idade. (E o melhor de
tudo... saber que nas férias de verão tenho convite para pescar lá em Itaqui,
foi mais que sensacional!) Agora estou “encolhida de remorso” quando “pensei em
voz alta como me livrar do moleque” se caso fosse um menino enxaqueca!?! Só que
não... Eu tinha um milhão de livros para ler, um milhão de filmes para
assistir, um milhão de horas de sono para recuperar e até convites (uau!!!)
para jantar fora?!? E precisei cancelar tudinho...
Por coisas do tipo: brincar de Zorro, jogar videogame, imitar o Mick Jagger
e a Shakira no karaokê, fazer pizzas de atum, tocar violão e dançar “Mercedita!”
Preciso esclarecer que obviamente isso não despertou meus instintos maternais.
Foi apenas “uma sessão terapia” dos Doutores da Alegria! Voltei a ter 16 anos
de idade... minto... verdade/verdadeira “bem menos” e também fizemos guerra de
travesseiros... Ops!
“Não entendo apenas sinto. Tenho
medo de um dia entender e deixar de sentir.” Clarice Lispector (1920-1977),
ela disse o que mais eu deveria dizer! Não dá para analisar tudo, entender
tudo, procurar explicação para tudo. Às vezes curtir pequenas loucuras é o que
conta: o que nos transforma, o que ajuda a nos fortalecer para enfrentar dias
amargos, problemas quase insolúveis, obstáculos quase intransponíveis,
decepções dilacerantes quando a aspereza do mundo real nos rouba a delicadeza e
o carinho de abraços quentinhos. “Estou
aqui.” “Pensei em ti.” “Sinto saudade.” “Louco pra te ver.” “Sinto teu cheiro.” Nos rouba o encantamento do amar sem
pedir nada em troca! Apaixonar-se! Ou apenas sorrir, sorrir sem motivo aparente.
Sorrir de si mesmo!
Régis Mubarak
Graduanda em Gestão Ambiental – UNOPAR. Especialista Técnica em Gestão Contábil – CNEC, Marketing – SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS
Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação
Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da Internet
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Um dia especial...
só porque hoje é um dia muito especial...
#maio #tenenteportela #derrubadas
#nósosárabes #riouruguai
#raposavermelha #amomeuirmão
domingo, 7 de maio de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
Um olhar além da alma
Venho pesquisando o trabalho do
cientista Robert Lanza, desde o final de 2015. Magnífico, nada menos que isso. Imensamente
perturbador dependendo do seu ponto de vista, sua religião ou da falta dela,
principalmente se considerarmos sua efetiva participação nos primeiros
trabalhos sobre clonagem de embriões humanos. Sem deixar de citar Ian Stevenson
(1918-2007), que por anos foi psiquiatra chefe do departamento de Estudos da
Consciência da Universidade de Virgínia, o americano Robert Lanza vai além,
explorando as questões do tempo, da morte, da vida após a morte e da
consciência, consciente de sua própria atemporalidade num universo sem fim.
Mas não é especificamente sobre “a
teoria do Biocentrismo” e também é sobre ela em certa circunstância, numa
madrugada fria do final do mês de abril, que escrevo este texto. Não gosto do
inverno. Nunca gostei desde criança, “quando não podíamos ficar soltos ao vento”
eu e meu único irmão tipo “cavalos selvagens” desfrutando da liberdade em campo
aberto. Antevendo talvez que num futuro não muito distante, ela a liberdade nos
seria cerceada, por compromissos inadiáveis, a labuta diária, o excesso de
responsabilidades e tantos outros desprazeres que redesenham-nos como adultos.
Entretanto transcrevo a seguir um
pedacinho daquela música sensacional do Djavan que diz que “um dia frio” é:(...) “...um bom lugar para ler um livro/ e
o pensamento lá em você/eu sem você não vivo/um dia triste/toda fragilidade
incide/e o pensamento lá em você/e tudo me divide.” Traduzindo em bom português
inverno só combina com bons livros, café extra forte, música de primeira qualidade,
chocolate e queijo derretidos, isso para qualquer pessoa em qualquer idade e
lugar. (E um excelente vinho tinto intercalado a intermináveis sessões de
paixão e loucura embaixo do cobertor, para maiores de 21 anos de idade no
mínimo! Obviamente para aqueles que respondam por seus atos e pagam suas
próprias contas no final do mês.)
Um momento de total êxtase
segundo o pensador de origem germânica Johann Goethe (1749-1832) que: “Na plenitude da felicidade, um dia é uma
vida inteira.” Só que o mundo às vezes é cruel além do que precisaria ser,
cobrando um preço altíssimo por raros momentos de felicidade plena e por
paixões desenfreadas. E se a vida real nos faz sangrar algumas gotas a cada dia,
para atingirmos nossos objetivos, nós os comuns mortais, faz sangrar com
intensidade imensurável aqueles homens e mulheres, que decidiram corajosamente
desvencilhar-se do senso comum, de suas rotinas previsíveis e graças aos
fracassos ou sucessos, lutas inglórias e intermináveis batalhas transformaram-se
em personagens da história, mitos, lendas ou heróis.
Heróis como Leonel Brizola
(1922-2004), cujo livro de João Brizola “Minha vida com meu pai Leonel Brizola”
com certeza já está no topo da lista das melhores obras que li (num único
fôlego, numa única madrugada, mantendo os níveis mínimos de oxigênio para garantir
minha sobrevivência), nos últimos cinco anos. Não é um livro didático, nem
chapa branca, menos ainda excessivamente tendencioso, porque não se refere
exclusivamente ao político, caudilho, líder, guerreiro, mito Leonel Brizola.
Trata-se de “um olhar além da alma” escrito por um homem adulto, seu único
filho ainda vivo, que precisou buscar na infância, na sua memória afetiva as
suas próprias feridas abertas para contar a sua verdade, descrevendo dores essencialmente
familiares.
Eu estava na fronteira com o
Uruguai a trabalho, numa noite muito fria. Ao amanhecer comprei mais dois
exemplares: um para meu irmão, uma das pessoas mais importante da minha vida. E
o outro, para um grande amigo querido, um ser humano cuja inteligência,
determinação e brilhantismo muito acima da média são motivos de profundo respeito, admiração e carinho. (E
graças a sua obstinação e trabalho sério, vem consolidando seu nome como promessa
sólida e invejável de figura pública e íntegra.)
Nos próximos dias retomo minhas
pesquisas e leituras dos ensaios do Doutor Robert Lanza, na busca de algumas respostas
ou na confirmação daquilo que pra mim é uma certeza definitiva: sim existe vida
após a morte. E retornamos infinitas vezes até completarmos o trabalho que a
cada existência... possamos ter deixado inacabado.
Não pode ser diferente, não é
justo, não faz sentido viver simplesmente uma vida sem utilidade. Sem
experimentar grandes amores. Construir grandes projetos. Concretizar grandes
ideais. E se você ler “Minha vida com meu pai Leonel Brizola” de João Brizola,
sem sentir a emoção a flor da pele, seus batimentos cardíacos não acelerarem ou
derramar gotinhas minúsculas de lágrimas e dor, desculpe a sinceridade: mas você
não é um ser humano completo ou seu DNA provavelmente seja de algum alienígena
reptiliano ou você nunca viveu uma paixão alucinante! Mas ainda há tempo...
Régis Mubarak
Graduanda em Gestão Ambiental – UNOPAR. Especialista Técnica em
Gestão Contábil – CNEC, Marketing – SENAC e Saúde Pública PMI/UNASUS
Pesquisadora AVA SARU em Exobiologia e Tecnologia da Informação
Escreve para Jornais Impressos na Região Sul e Portais de Notícias da
Internet
sábado, 29 de abril de 2017
Liberdade é...
#fazenda #fronteira #cavalos #café #chocolate
#música #livros #liberdade
#loucura #paixão #felicidade
quinta-feira, 27 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Jack O Et é demais...
#aténashorasdifíceis #sónoasfalto #gpspraquê #faltouágua #trevoerrado
#agoraquemeperdi #denovosemsinal
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