terça-feira, 18 de março de 2014

Gato do Mês: David Duchovny



David Duchovny



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domingo, 16 de março de 2014

Inspiração do Dia: Bob Marley



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sábado, 15 de março de 2014

Ki Clipão: Banda IDR - In Your Eyes



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quinta-feira, 13 de março de 2014

Difícil não significa impossível



              Paralelamente ao mundo das infinitas possibilidades encontra-se o mundo das dificuldades. Otimismo ou Pessimismo. Força de Vontade ou Preguiça. Coragem ou Covardia. Persistência ou Desânimo. Paciência ou Irritabilidade. Enfim... dá para listar dezenas de “fatores” ou “comparativos” ou então achar justificativas. Não tenho tempo. Não me interesso. Não sou inteligente. Não vou conseguir jamais...

             Não nego a existência das impossibilidades como um muro de 10 metros de concreto (e altura) ou até mais, dependendo do ponto de vista de cada um ou de até aonde sua vista puder alcançar. Difícil não significa impossível porque é totalmente diferente. O mundo das impossibilidades é, (só para citar exemplos), quando uma pessoa com limitações (ou necessidades especiais) não se encaixa na realização de uma atividade. Uma pessoa cega poderia ser piloto de Fórmula Um? Uma garota obesa seria escolhida para Garota Verão? Um menino alérgico a gatos poderia tê-los como animais de estimação? Uma pessoa que não gosta de matemática daria um bom engenheiro?

              Já escrevi sobre esse assunto: o acesso e domínio das ferramentas no campo da informática, mas talvez recorra a ele várias e várias vezes como forma de incentivo aquelas pessoas (não importa a idade ou profissão que exercem), que simplesmente (é esse mesmo o termo que escolhi), acham impossível fazer parte desse novo mundo! Não serei repetitiva ou enfadonha. Não serei piegas ou melodramática. Não serei incisiva ou inquisidora. Não serei a fada madrinha que distribuirá o pozinho mágico. Não me passarei por gênio. Ao contrário, porque ao longo dos últimos anos sofri dissabores, desapontamentos e já fui para cama carregando mágoas profundas! (Não tô brincando!) Faço parte de uma geração que nasceu analógica e se transformou em hibrida: metade analógica metade digital. E tive que aprender a dominar essa área em tempo recorde por um milhão de motivos tanto profissionais como literários. E me sinto feliz...

              Mas já tive (e provavelmente ainda os terei) dias de profunda infelicidade. Impressora trancada. Mouse que se desligou sozinho. Pen Drive com vírus. Bateria que me deixou na mão. Programas que não abriram ou travaram no meio do trabalho. Arquivos perdidos ou corrompidos. Instruções só em inglês! (E pra quem ainda não sabe: um notebook caríssimo que “explodiu” um dia depois do término da garantia e eu não tinha back up dos últimos 60 dias.) Já chorei. Já disse palavrão. Já paguei uma nota para técnico espertalhão. Já pedi socorro pra um milhão de pessoas (ou até mais), incluindo o Papa no Vaticano, mas nunca desisti. E gostaria que você fizesse o mesmo: não confundindo dificuldades com impossibilidades, que não é a mesma coisa.

              Não negarei a existência desse abismo profundo entre as gerações. Não negarei que nossos filhos e netos já nascem quase sabendo e se não, aprendem a velocidade da luz. Não negarei que não chegaremos à décima parte do Steve Jobs e do Bill Gates, pelo menos nessa encarnação. Não negarei que às vezes até parece tortura! Mas não desista amigo. Insista. Acredite. Reze. Acenda velas para o seu santo ou procure um pai de santo! A chave do segredo, do sucesso e da participação (e por que não da criação) desse admirável mundo novo está bem ali... num cantinho escondido de sua cabeça!



Régis Mubarak

quarta-feira, 5 de março de 2014

O dia mais importante de todos



              Talvez seja também o mais difícil da sua existência. O mais doloroso. Interminavelmente escuro. E triste. Muito triste. Ou talvez seja o mais bacana de todos. O mais incrível. Uma luz que abraça, aquece e fortalece e uma felicidade que te faz flutuar. Ou quem sabe seja um dia complicado. Estressante. Sufocante. Angustiante, mas que ainda assim te revigora por dentro, te desafiando a ir em frente sempre...
              Então pra começar... sejamos todos indistintamente bem vindos ao mês de março! E compilando de um texto que escrevi há muito, muito tempo atrás intitulado “Anonimamente contente” transcrevo meus pensamentos nesse exato instante: (...) “...E no carnaval para quem cedeu (e se deu bem) uhu galera! Se você participou de algum tipo de programação em acampamento ou encontro de cunho religioso, uhu para você também! Se simplesmente dormiu, colocou a leitura em dia, assistiu filmes ou fez pequenos consertos no lar doce lar, “todo mundo lá em casa agradece.” Se foi pescar com alguns amigos, (de caniço e anzol bem entendido) beleza! (...) Poderíamos incluir na lista, namorou? Comeu chocolate? Rolou na grama com seus cachorros? Ficou estudando pra um concurso? Andou de bicicleta? Curtiu os filhotes? Foi visitar um colega de faculdade? Um parente distante? (Pausa.) Colocou as ideias (e anotações da agenda) em dia, com o propósito de “focar” (termo em voga nos seminários organizacionais), objetivos a curto prazo? Tudo bem meu bem... A questão é que nesse breve período chamado Carnaval, que enlouquece o Brasil de norte a sul, você tenha feito parte do contingente de milhões de anônimos contentes.” (...)
              Mas afinal, você deve estar se perguntando qual o dia (e porque obviamente) seria o mais importante de todos? Calminha... antes de fornecer minha explicação a essa questão, peço gentilmente que você saboreie a maravilhosa poesia do genial Vilmar José Matter, cujo título é Motivos e que nesse contexto (e texto) faz todo o sentido:
Fogem ventos
em direção de alternativas,
ciladas ou silêncios.
Recuperam-se fôlegos, fogos e castelos.
O sonho ainda pode ser um pontapé.
Partamos, há tempo!
              Pois o dia mais importante de todos “mon ami” é aquele em que descobrimos quem realmente somos e o que nos torna tão especiais, tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais como espécie humana. O dia em que se “recuperam-se fôlegos, fogos e castelos.” Um momento único da nossa existência que decidimos mudar, refazer, re construir, re escrever nossa história. Um momento (repleto de felicidades ou encharcado de tristezas) que nos impulsiona a partir, movendo céus e terras, escalar montanhas, enfrentar dragões que cospem fogo e principalmente enfrentar todos os nossos inimigos, há começar pelos nossos mais profundos medos e traumas enraizados dentro do coração. O dia mais importante de todos é o dia em que você se aceita como realmente é com suas imperfeições e virtudes, cicatrizes e atitudes, indecisões e desejos secretos. Doses maciças de raiva e gotinhas flutuantes de perdão. Pode ser hoje, amanhã ou na próxima quarta-feira. É o dia que você olha no espelho e enxerga o reflexo da sua alma, indicando um novo caminho a seguir e um mundo novo a descobrir. Pode ser o dia mais difícil da sua existência dependendo do tamanho da sua coragem... mas é o tamanho dessa coragem que vai te impulsionar para seguir em frente... hoje, amanhã e sempre!

Régis Mubarak